domingo, 6 de novembro de 2011

O Furacão bateu o Dragão e manteve vivo o sonho de se manter na série A



Na luta contra o rebaixamento, o Atlético Paranaense deu uma respirada e manteve seu sonho vivo ao vencer o Atlético Goianiense, por 2 a 1, de virada, neste domingo à noite, na Arena da Baixada, em Curitiba, no fechamento da 33.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Mas por 31 rodadas, o Furacão continua na zona do rebaixamento, agora com 34 pontos, em 18.º lugar. Tem o mesmo número de pontos do Cruzeiro, 17.º, e fica atrás do Ceará, 16.º, com 35 pontos. O Dragão de Goiânia, que acumulou gordura ao longo da competição, continua com 42 pontos, na cômoda 12.ª posição. Mas esta foi a sua terceira derrota consecutiva.

O Furacão começou o jogo nervoso, mesmo porque entrou de novo necessitando da vitória para fugir da zona de rebaixamento. Com isso, cometeu muitos erros de passes e cometeu falhas na marcação, que propiciaram alguns lances de perigo do ataque adversário.

Mas aos 21 minutos, que assustou mesmo foi o time paranaense. A bola sobrou para Marcinho que soltou a bomba que explodiu no travessão. Mas valeu o ditado de quem não faz toma. Aos 26 minutos, o cruzamento saiu do lado esquerdo e o esperto e oportunista Anselmo (foto) apareceu no meio da defesa para desviar de cabeça. É seu 11.º gol no Brasileirão, confirmando a sua ótima fase.


O lance gerou dúvidas, porque o gol foi confirmado pelo bandeirinha. Mas com correção. Manoel aliviou embaixo do travessão, mas embora a bola não tenha estufado as redes, ela passou inteira pela linha de gol. Um gol legal!

Em seguida, o experiente Antônio Lopes mexeu no Furacão. Tirou um dos três volantes, no caso Fransérgio para a entrada do atacante Adaílton. A alteração foi feita sob vaias da torcida. O time não melhorou.

Na volta do intervalo, o capitão Marcinho mostrou personalidade ao animar seus companheiros e chamar para si a responsabilidade da virada. E o empate saiu logo aos dois minutos. Após o cruzamento do lado esquerdo, Nieto subiu e desviou no cantinho esquerdo de Márcio. O goleiro sés esticou todo, mas não alcançou a bola.

O Furacão continuou no ataque e o goleiro Márcio “operou um milagre” aos sete minutos, quando mandou para escanteio um chute à queima roupa de Guérron.

Era sinal de que a virada não demoraria. E saiu aos 11 minutos, quando Wagner Diniz desceu até a linha de fundo e fez o levantamento pra o meio da área. E Nieto apareceu, de novo, tocando de cabeça com consciência. A bola subiu e morreu no lado esquerdo de Márcio.

O irriquieto Hélio dos Anjos, que tem mais funiquito do que competência, começou a mudar o time goiano para tentar ir ao ataque. Tirou o meia Ernandes para a entrada do atacante Diogo campos e depois tirou o apagado Felipe para a entrada do artilheiro Marcão.

E a melhor chance do empate aconteceu aos 24 minutos, quando Bida arriscou o chute de longe e atingiu no travessão após o leve desvio do goleiro Renan.

O Furacão não se incomodou e continuou marcando forte, na esperança de ampliar o placar nos contra-ataques. Apesar da pressão goiana nos últimos, não houve mudança no placar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário