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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Traffic define propriedades do Flamengo para 2012





A Traffic iniciou a comercialização dos patrocínios do Flamengo para 2012. Parceira do clube desde a chegada de Ronaldinho Gaúcho, a agência já definiu com o clube quais propriedades poderá utilizar. No uniforme da equipe carioca, os espaços oferecidos serão o ombro, o meião com a bermuda, a barra da camisa e o espaço máster.

As propriedades que não poderão ser mexidas são aquelas que já têm um contrato vigente. Esse é o caso das mangas, que mantêm a marca do BMG, e da numeração, com a TIM. Dois acordos serão finalizados no fim do ano. No ombro, a Brasil Brokers, e no máster, a Procter & Gamble fica sem contrato.

No caso da Procter & Gamble, que utiliza as marcas Gillette e Duracell no uniforme do Flamengo, o acordo atual não foi fechado pela Traffic, e sim pela 9ine. A empresa de Ronaldo tem prioridade na renovação e, se ela for confirmada, faz a sua concorrente perder a principal possibilidade de negócio.

Mesmo que consiga vender as propriedades definidas, a Traffic ainda teria que convencer o conselho do Flamengo. Entre os membros do clube, a ideia de fatiar o uniforme não é consensual. Ainda que tenha a aprovação da diretoria, qualquer contrato de patrocínio fechado para o time precisa da aprovação dos conselheiros.  

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Atlético-GO diz estar perto de Cimento Tocantins


A negociação entre Atlético Goianiense e Cimento Tocantins deve chegar ao fim na próxima semana. O atual contrato, fechado provisoriamente para um mês, se encerra no último dia de setembro, e a direção do clube espera já estar com um acordo definitivo assinado com a empresa.


O contrato em vigor atualmente já havia sido renovado no início do mês. Em negociação com o clube goiano, a Cimento Tocantins queria uma assinatura para até o fim do ano, mas o Atlético insistiu em um acordo mais longo. A solução foi fechar um patrocínio de um mês para alongar as negociações.

Com essa situação, o acordo foi refeito no fim de agosto. Dessa forma, em outubro a Cimento Tocantins, que chegou a ser exposta no uniforme atleticano mesmo sem um contrato em vigor, chegaria ao seu terceiro mês no clube goiano.

O temor da Cimento Tocantins é de um possível rebaixamento do Atlético Goianiense. Em décimo lugar na Série A do Campeonato Brasileiro, esse cenário está cada vez mais distante. Ainda assim, mesmo com a confiança do clube, uma semana não será o suficiente para determinar a permanência da equipe.

O desejo do Atlético é fechar um acordo melhor, que dê segurança à diretoria para permanecer mais um ano na Série A e começar a almejar mais dentro do torneio. Em patrocínios, no entanto, o time ainda sofre. Hoje, o clube não negocia com mais nenhuma empresa, mesmo com propriedades no uniforme disponíveis, como a manga do uniforme.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Flamengo diz ter oferta de R$ 10,5 mi da Cosan


Após preencher peito, costas, mangas, ombros e interior do número, a última propriedade disponível no uniforme do Flamengo, o calção, pode estar muito próxima de ser ocupada. O clube carioca afirmou ter proposta de R$ 10,5 milhões da Cosan, dona da marca Mobil. Mas o negócio é mais complexo do que mero patrocínio.

Dessa quantia, R$ 2,8 milhões seriam destinados ao pagamento da inserção da marca Mobil, fabricante de lubrificantes, no uniforme rubro-negro. Os outros R$ 7,7 milhões representariam acordo para resolver confronto judicial causado pelo uso da Cosan, com a marca Esso, de terreno pertencente ao clube carioca na Gávea.

Essa proposta, composta por patrocínio ao calção e acordo de natureza jurídica, faria com que o Flamengo perdoasse dívida de R$ 15 milhões acumulada após o uso irregular do terreno. Para a equipe, aceitar a oferta de R$ 10,5 milhões seria interessante, pois aceleraria o processo para receber o montante devido.


   Internamente, entretanto, o Flamengo ainda não chegou a um consenso sobre o que fará com  a oferta da multinacional. "A causa está ganha, então nós preferimos, em uma linha estadista,  esperar para receber os R$ 15 milhões que eles nos devem", afirma Leonardo Ribeiro, presidente do conselho deliberativo do clube carioca.

Mas há dirigentes que preferem fechar logo acordo com a empresa para adiantar a entrada do dinheiro. Caso o atual negócio proposto pela Cosan seja recusado, entre dirigentes flamenguistas, não há certeza se a empresa teria interesse apenas na cota de patrocínio. A Traffic, parceira comercial da equipe, não está envolvida.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Agência de viagem usa Mundial para entrar no esporte



Em dezembro, o Santos disputará o Mundial de Clubes, que neste ano acontecerá no Japão. A agência de viagens Terra Mundi usará o torneio para entrar no esporte com a categoria “incentivo”, que nasceu dentro da empresa há um ano. O termo se refere aos pacotes coorporativos, vendidos para empresas e não para o consumidor final.

Com o nome de Terra Mundi Incentivos, a empresa quer comercializar pacotes de viagens para o próximo ano que envolvam grandes eventos esportivos, caso de um Grand Slam de tênis, por exemplo. Mas o primeiro passo escolhido foi o Mundial de Clubes, com foco na presença do Santos.

Por trás do projeto está Camilo Maragni. O executivo foi um dos responsáveis pelo Passaporte FC, a agência de turismo do São Paulo, e já realizou trabalho semelhante ao atual em 2010, quando fez pacotes para o Mundial de Clubes, daquela vez para o Internacional. Agora, seu objetivo é levar a Terra Mundi a esse universo que já lhe é familiar.

“O nosso foco está nesse mercado coorporativo crescente, de empresas que querem estar presentes em grandes eventos esportivo. Não é só o consumidor final que quer presenciar esse eventos”, afirmou.

Ainda nova no mercado, a agência está apenas negociando com empresas para entrarem no pacote do Mundial. Com um ano de existência, a Terra Mundi Incentivos já fechou uma série de viagens coorporativas, mas nunca envolvendo um grande evento esportivo.

A diferença entre os pacotes envolvendo o consumidor final e uma empresa está no nível de detalhes que a agência tem que oferecer para o cliente. No caso de uma empresa, quem for viajar não pode ter nenhum tipo de gasto, nem mesmo com alimentação ou transporte. Para o consumidor final, esse tipo de questão é mais flexível.

Apesar de seus avanços, a Terra Mundi tem uma questão a ser superada. O Santos tem a sua própria agência de viagem, que já comercializou um terço dos pacotes para o consumidor final. “Mas não podemos fazer nada para impedir que outras agências façam pacotes, desde que não usem a marca do Santos”, explicou o diretor de marketing do clube, Armênio Neto.

O Santos já teve que notificar uma série de agências por esse propósito. Com outras, fez parcerias para que fechasse pacotes para o clube também, mas nesse caso envolve a transferência de royalties.

O que a Terra Mundi Incentivo espera é conseguir destaque com o foco no meio coorporativo, o que a diferenciaria da maioria das agências de viagem em questão.

domingo, 28 de agosto de 2011

Steck Fecha Com O São Paulo Para Os Próximos 5 Jogos !

O São Paulo fechou na ultima sexta-feira um contrato com a empresa de materiais elétricos Steck, o contrato é de 5 jogos e tem possibilidade de extensão após o termino.  
    
Provavelmente assim ficará
o manto soberano
A diretoria não revelou o valor que receberá da Steck. A Steck tem mais de 35 linhas de produtos como ferramentas, plugues e tomadas, e só havia investido no esporte anteriormente com compra de espaço em placas de publicidade estática.

A Copagaz, que patrocinou a barra da camisa do São Paulo até o fim de julho, continua vinculada ao clube até 2012. O contrato com a marca foi fechado em março deste ano, com validade de uma temporada e quatro meses de exposição no uniforme tricolor.

Atualmente, a camisa do São Paulo tem estampadas as marcas de Yázigi (mangas), BMG (cota máster),  Ale (calção, ombro esquerdo do uniforme titular e ombro direito do fardamento reserva), TIM (interior do número) e Reebok (fornecedora de material esportivo).



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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

G4 pretende levar paulistas para mercado dos EUA


Em meio a discursos e planejamentos para internacionalizar a marca de clubes de futebol brasileiro, o G4, entidade composta por Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, está com plano pronto para levar todos os quatro times paulistas para os Estados Unidos.

O provável destino será Orlando, na Flórida, onde estão instalados parque de diversão da Walt Disney e estúdios da Universal Pictures, uma das gigantes do cinema mundial. A ideia é instalar na cidade "filial" para que os quatro clubes desenvolvam ações com a torcida local, na qual é bom índice de moradores brasileiros.

Para viabilizar o negócio, o G4 afirma já ter um grupo de oito investidores norte-americanos interessados em custear o projeto. Desse modo, não há necessidade de captar empresas brasileiras para patrocinar a ideia, e sim aguardar pela proposta definitiva dos estrangeiros.

"Nós queremos entrar nos Estados Unidos faz muito tempo, mas nunca estivemos tão próximos", conta José Carlos Peres, diretor executivo do G4, que esteve na cidade para negociar com essas empresas recentemente.

O público a ser atingido com essa filial na América do Norte é predominantemente infantil, e portanto deverão ser usados oito mascotes - dois para cada um dos clubes paulistas - para constituir a temática desse local. É possível que haja clínicas, presença de ex-jogadores de cada uma das equipes, entre outras atrações para divertir o público presente.

"Os parques por lá estão sempre esgotados, então queremos criar alternativas de espetáculos, algo que também nos ajudaria a vender mais camisas, entre outros produtos licenciados, como canecas", detalha o executivo. Pela cessão da marca aos norte-americanos, os paulistas receberiam percentual da receita obtida com o empreendimento.

A ida aos Estados Unidos já esteve próxima de acontecer no início deste ano, com possível torneio de pré-temporada, no qual participariam também Boca Juniors e River Plate, da Argentina. Desentendimentos entre os presidentes dos quatro time, no entanto, impediram que o G4 conseguisse sacramentar a excursão.

Por essa razão, quando a proposta dos investidores estrangeiros chegar para construir um "parque" do G4 na América do Norte, a principal missão dos executivos envolvidos com a entidade será conciliar os desejos de dirigentes de Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo. "É um processo de maturação natural, e eles vão se 
entender", confia Peres.


Fonte: Maquina do Esporte


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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Fluminense celebra vendas do 3° Uniforme!


Em apenas três dias de comercialização nas lojas, o terceiro uniforme do Fluminense passou a representar 20% do volume de camisas que o clube pretende vender durante toda a temporada, somando todos os modelos. Com base nesse número, fornecido pela própria equipe, o marketing tricolor se considera bastante satisfeito com a peça.

O montante recebido por meio de royalties, bem como o número de camisas vendidas até o momento, não pode ser revelado em função de cláusula de confidencialidade imposta pela Adidas, fornecedora de material esportivo responsável pela confecção do uniforme. Mas o Fluminense está feliz e irá seguir apoiando o uso do artigo.

"De acordo com varejistas, a terceira camisa vendeu em apenas três dias a mesma quantidade de camisas titular e reserva em 20 dias", acrescenta Idel Halfen, vice-presidente de marketing do clube carioca. Com esses dados em mãos, o dirigente pretende manter os argumentos para que a terceira camisa seja aceita internamente.

Por muitos anos, o Fluminense vem enfrentando resistências internas, por parte de conselheiros tidos como "tradicionalistas", na criação de um terceiro modelo. Em 2001, a equipe das Laranjeiras tentou viabilizar uma camisa laranja, a exemplo do que conseguiu nesta temporada, mas o conselho deliberativo vetou a ideia.

"Foi uma aprovação muito difícil, distante de ser unânime, mas felizmente foi aprovada até para jogar, porque poderíamos criá-la apenas para a venda, e não para usá-la em partidas oficiais", complementa Halfen. O uso do uniforme em jogos, na visão do vice-presidente, amplifica o potencial comercial da terceira camisa.

De agora em diante, portanto, o Fluminense não deverá empenhar esforços em divulgar o novo modelo para o público externo, uma vez que já considera o espaço obtido de bom tamanho, mas para convencer conselheiros da utilidade da peça. O argumento é que o clube não pode abrir mão da receita gerada por esse artifício.


Fonte: Maquina do Esporte


- Na Minha Opinião, o 3° uniforme do Flu é muito bonito, e vcs, oq acham?

@IgorBamor12

Detalhes separam Inter e Grêmio de Banrisul




As negociações entre Grêmio, Internacional e Banrisul estão se aproximando do fim. Após o último contrato ter expirado no fim de junho, os clubes afirmam que as conversas estão "quase finalizadas", faltando apenas a resolução de detalhes para assinar novo acordo, dessa vez de dois anos de duração, algo que deve ocorrer em dez dias.

As tratativas, na verdade, já estão acontecendo desde o início de junho. Desde então, os gaúchos receberam ofertas de outras empresas pela cota máster, inclusive do BMG, mas o negócio deve ser mesmo fechado com o Banrisul. O banco gaúcho é patrocinador dos dois maiores clubes do Estado do Rio Grande do Sul desde 2001.

Uma das principais questões acerca da renovação é o valor pago pela instituição à dupla. O último acordo, costurado em setembro de 2009, fez esse número subir de R$ 3,6 milhões para R$ 7 milhões para cada uma das equipes. Os valores a serem pagos nos novos contratos, entretanto, não serão divulgados até o fim das negociações.

"Estamos resolvendo pequenos detalhes, e, se concretizado, ele terá chegado a um bom termo", afirma Paulo César Verardi, diretor de marketing gremista, sem entrar em detalhes sobre a quantia paga pelo banco. Jorge Avancini, diretor de marketing colorado, disse apenas que o negócio pode ser fechado "a qualquer momento".

Enquanto nenhuma conclusão é atingida entre as partes, Grêmio e Internacional seguem usando a marca do Banrisul nos peitos das camisas tricolor e alvirrubra, respectivamente, mesmo sem contrato vigente. Como na última negociação, essa é uma "gentileza" feita pelos gaúchos ao parceiro, o mais longevo entre patrocínios da elite nacional.

domingo, 21 de agosto de 2011

Herbalife inclui Remo na lista de patrocinados do Brasil.


A empresa de nutrição Herbalife anunciou nesta segunda-feira que o Remo é novo parceiro da marca no futebol brasileiro. Na modalidade, o time paraense é o sexto a fechar com a companhia em âmbito nacional.

O contrato da Herbalife com o Remo inclui exposição da marca da empresa em backdrops de entrevistas, além de placas nas arquibancadas e ao redor do gramado do estádio Evandro Almeida, mais conhecido como Baenão.

Inaugurado em 1917, o Baenão tem capacidade para pouco mais de 17 mil torcedores. O local também conta com uma área VIP que comporta quase 400 pessoas.

O Remo é o terceiro clube do Pará a fechar com a Herbalife, que já era parceira de Águia de Marabá e Paysandu no Estado. No futebol nacional, a empresa ainda fechou acordos com América-MG, Avaí e Bahia.

Outro parceiro da Herbalife no país é o Botafogo, mas para esportes olímpicos. A empresa investe em mais de cem eventos esportivos no restante do mundo, e tem parcerias com clubes como Los Angeles Galaxy, Barcelona e Valencia.


                            

G4 Tenta levar Fiat para São Paulo, Corinthians, e Santos.


Os torcedores de São Paulo, Santos e Corinthians podem ver nos uniformes das respectivas equipes, em breve, marca familiar a palmeirenses. O G4, entidade responsável por captar recursos para os quatro maiores clubes do Estado de São Paulo, negocia com Fiat e mais uma montadora patrocínio a ser compartilhado por todos.

O desejo do grupo é conseguir um patrocinador único oriundo do segmento automobilístico, e a Fiat, por já ser parceira do Palmeiras, é uma das empresas procurada para tal, enquanto a outra fabricante de veículos terá o nome mantido em sigilo até o fim das negociações. Convencer os italianos a estender o aporte, porém, não será fácil.

Quando a Fiat substituiu a Pirelli na cota máster do Palmeiras, em dezembro de 2007, Cledorvino Belini, presidente da empresa no Brasil e responsável pelo grupo na América Latina, afirmou que o patrocínio estava sendo feito especialmente pelas origens italianas da agremiação, característica que os rivais não compartilham.

"O setor automobilístico já não funciona mais assim, porque eles estão trabalhando no mercado brasileiro, e não italiano", avalia José Carlos Peres, diretor executivo do G4. O alcance entre a torcida proporcionado pelo aporte, estimado em 97% da população paulista pela entidade, é o principal argumento a ser utilizado nas negociações.

Caso a outra montadora acerte o patrocínio ao grupo, em outro cenário, existe a possibilidade de que insira a marca nos uniformes de São Paulo, Santos e Corinthians, de modo que o Palmeiras seria deixado de lado para não interferir no aporte que a Fiat já possui. Para fechar negócio, o G4 precisa da anuência de ao menos três clubes.



Com Propostas, America-Mg celebra centenario!


Em 2012, o América Mineiro completará 100 anos de vida. E, para participar das comemorações, o clube já tem recebido ofertas de empresas interessadas em estar presentes na ocasião, principalmente para o fornecimento de material. Para a diretoria mineira, esse é um sinal de virada na administração da equipe.

Os avanços que o América tem sofrido se referem à substituição da Kanxa, que hoje fornece material esportivo para a equipe. Apesar da proposta oficial de outras duas marcas, o clube mantém cautela com o assunto por respeito ao contrato vigente. A atual empresa ainda não iniciou conversas para a renovação, mas a prioridade deve ser dela.

As outras propriedades do uniforme também têm sido requisitadas por empresas diversas, mas nesse caso apenas com especulações, sem propostas de fato por ora. Com exceção da Fiat, que tem contrato até o fim de 2012, os outros patrocinadores encerram o acordo no fim deste ano, caso da BMG na manga.

Para o presidente de patromônio e marketing do América, Olímpio Naves, esse interesse das empresas é um cenário novo. “Tivemos uma inversão no caminho. Quando chegamos, tínhamos que ir atrás de patrocinadores, apresentar um modelo, insistir. Hoje já há marcas que vêm atrás do clube”, afirmou.

Segundo o dirigente, alguns fatores fizeram o América ficar em evidência, além do fato de o time estar na Série A do Campeonato Brasileiro. Naves se refere à reforma do estádio Independência e do Centro de Treinamento, à conclusão do Boulevard Shopping e à nova sede social que está sendo construída.

A lamentar, apenas a situação esportiva do América, que hoje está na última colocação do Campeonato Brasileiro. “Subimos um ano antes do planejado, e a Séria A é cara. Mas o time está bem, apensa não está conseguindo vencer”, analisa Olímpio Naves.




A Febre Laranja - BMG


Antes de falar do assunto principal, vamos lembrar da época em que os times eram patrocinados pela Coca-Cola e Adidas. Na temporada de 87 o futebol brasileiro viveu uma revolução no marketing esportivo, quando uma das principais, ou a principal marca mundial resolveu relacionar seu nome ao esporte, algumas camisas que até então eram “virgens” passaram a estampar simplesmente a marca da Coca-cola e Adidas.
Não sabemos como era exatamente esse acordo, ou a fatia que cada clube ganhava, mas a verdade é que essas camisas são IDOLATRADAS até os dias de hoje. – E agora, o que a BMG tem com isso? Vamos por partes.
Ninguém precisa saber que a BMG está presente em pelo menos onze estados brasileiros, ou que ela patrocina o Vitor belfort. O que todo mundo sabe é que a BMG está na camisa da maioria dos clubes brasileiros, como: América-MG, Atlético-MG, Atlético-GO, Coritiba, Cruzeiro, Flamengo, Vasco, São Paulo, Santos, é quase uma lista sem fim, da mesma forma que ocorreu com a Coca-Cola em 87.
Mas podemos ressaltar duas diferenças:
A primeira é que em termos de valores a realidade hoje é diferente. O Santos, por exemplo, tinha a meta de fechar a cota anual de patrocínio master em R$30 milhões e a BMG está lá, não sei se por este valor. Ao Araguaína, campeão da quarta divisão do campeonato brasileiro 2010, o banco pagará R$120 mil até o fim de 2011.
A segunda diferença é a que mais nos interessa. Todos já perceberam que o BMG nunca deixa de ser laranja, independente da camisa em que é estampado. O São Paulo até que tentou aplicar de vermelho, sem muito sucesso.
O Coritiba ainda vende uma camisa com o BMG branco, porém a camisa não é mais utilizada.
A comparação inicial com Coca-Cola/Adidas e a BMG é para exaltar a disparidade que há no gosto do torcedor que deseja ardentemente ter uma camisa de 1987, enquanto as camisas da BMG são rejeitadas e contestadas diariamente em blogs e redes sociais.

O fato é que os patrocinadores de 1987 são marcas jovens e consideradas de grife, diferente do BMG laranja, que na minha opinião não é bonito e agride visualmente o design de dezenas de camisas pelo Brasil.
Me pergunto: Até onde vale esse “investimento social/esportivo”, que cada vez mais aflora a antipatia do usuário para com a marca? Seria um bom momento para reposicionar o conceito e o visual?
Para finalizar eu lanço um desafio ao BMG: Patrocinar o Legião FC do Distrito Federal!

sábado, 20 de agosto de 2011

Ceará Acerta Patrocinio pontual, Para Jogo em São Paulo


O Ceará ainda sofre para conseguir um patrocínio máster, mas pelo menos tem fechado acordos pontuais em sequência. O próximo acertado foi com a Zaeli, marca do ramo de alimentos. Com a marca no peito, o time nordestino enfrentará o São Paulo, no Morumbi, pela Copa Bridgestone Sul-Americana.

O acordo foi intermediado pela agência Wolffsports, que levou a empresa ao Ceará. A partida em questão será no próximo dia 24, e deverá contar com a transmissão da Globo em rede aberta para São Paulo. Com o Atlético Goianiense, a Zaeli já havia feito outros contratos pontuais nesta temporada, precisamente no Campeonato Brasileiro.

Independente dos pontuais, o Ceará continua na sua busca por um patrocínio máster. O clube, no entanto, admite enfrentar dificuldades no mercado e, nesse momento, ainda não tem nenhuma negociação avançada.

Mesmo com o valor sendo recompensado com acordos pontuais, o clube não deixou de lado a prioridade de conseguir um patrocínio ainda para este ano. A diretoria do Ceará tem recebido propostas, mas a maioria foca o ano de 2012, com acordos que iniciam no próximo mês de janeiro.

Como o clube sente a necessidade de um acordo ainda para este ano, nenhum contrato foi assinado. Desde que seu contrato com o grupo Hypermarcas se encerrou, no meio do ano, o clube tem feito um rodízio de marcas em seu espaço máster, com acordos para jogos com mais visibilidade. Antes, a NeoQuímica era estampada no uniforme.
                                                          

A Fornecedora de Uniformes Do Bahia Poderá Ser Adidas


O drama do Bahia está no baixo valor que é investido pela Lotto no clube. Segundo Mamede, a defasagem na quantia é tamanha que o clube ficou sem uma linha de comparação. “Nosso contrato foi assinado há cinco anos, não serve nem de parâmetro. Não rompemos porque essa não é a política da atual diretoria. Nós cumprimos nossos contratos”, afirmou.

O contrato com a Lotto irá até o fim de 2011, mas a diretoria já conversa com empresas para adiantar as negociações. Após algumas investidas, ficaram apenas duas empresas: a Adidas, que dessa maneira pegaria seu terceiro clube brasileiro, e a Lotto, que renovaria o seu contrato com termos distantes dos atuais.

Apesar da situação financeira não ser a esperada pelo Bahia, clube e Lotto mantêm uma boa relação, algo que não acontecia há um ano, quando a atual diretoria do time assumiu o poder. “Antes a relação não era trabalhada. Agora, nós acertamos nossos ponteiros na parte operacional”, indicou Mamede. Sua referência esteve em fornecimento de materiais e de novos produtos criados pelo próprio clube.







Fonte : Maquina Do Esporte.

OAS Quer Fechar Uniforme Do Bahia


Desde o início do Campeonato Brasileiro, o Bahia abriu negociações para duas novas propriedades em seu uniforme. Além dos espaços já utilizados, o clube começou a procurar no mercado empresas que estivessem interessadas em colocar as suas marcas na manga e na barra da camisa do time. Até agora, o maior movimento foi de um parceiro atual.

A construtora OAS, que mantém o patrocínio máster no Bahia, apresentou proposta para reformular o seu contrato e incluir no acordo as mangas da camisa. Dessa maneira, a empresa ficaria com as três principais propriedades da camisa. Atualmente, além do espaço no peito, a marca está presente nos ombros da camisa.

Dessa maneira, a empresa praticamente fecharia a camisa do Bahia. Na parte superior do uniforme, a visualização seria inteira da OAS. Haveria, então, duas exceções. A primeira estaria no número dos jogadores, que conta com a marca da TIM. A segunda seria a da barra da camisa, que permanece à disposição de interessados no mercado.

O Bahia, no entanto, continua reticente diante da negociação. O clube acha que consegue um valor melhor no mercado do que a valorização proposta pela OAS, e permanece aberto a outras negociações. No momento, são outras duas empresas que conversam com a diretoria baiana, mas ainda não há avanços significativos para um acordo.

O valor baixo oferecido pelo mercado tem feito com que o Bahia recuse propostas para acordos pontuais. Com medo de desvalorizar a propriedade, o clube preferiu dizer não até as empresas que pagariam mais, como foi no caso da partida contra o Corinthians. Na ocasião, a diretoria do clube recebeu mais de uma proposta de pontual para a partida, que teve transmissão para São Paulo.



Fonte : Maquina Do Esporte.